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26 de nov. de 2009

Bicicleta gera energia para mobile

Faça trilhas, longos percursos e continue conectado com o mundo.

PedalPower

PedalPower + é uma inovação que permite que os ciclistas recarregarem seus telefones celulares, GPS e outros dispositivos pequenos em um processo seguro a partir de um dínamo de bicicleta.

Antigamente o dínamo de bicicleta foi usado para iluminação do farol. Agora poderá telefonar, usar o GPS, escutar música, fotografar... Sua bicicleta se encarregará de gerar energia para carregar seus dispositivos móveis!

Serve perfeitamente para pequenos dispositivos que exigem 5v até 600mA, entrada DC para recarregá-las. Aparelhos como o GPS, telefones celulares, pilhas AA e AAA, câmeras digitais, MP3, iPod e iPhone, só para citar alguns.

Tecnologia a serviço da vida de forma sustentável!

Fonte: likecool e copycatsolar

18 de mai. de 2009

Tecnologia - Banana - Novo combustível

O cultivo da banana é um negócio global que envolve mais de cem países.

Cientistas estimam que cada tonelada produzida gera até dez toneladas de detritos não aproveitados.

Pesquisadores da Universidade de Nottingham, na Grã-Bretanha, afirmam ter achado uma maneira de acabar com o desperdício transformando os restos em uma fonte de combustível eficiente, usando instrumentos simples e serragem para criar blocos de banana prensada.

"Esse projeto teve origem em Ruanda, quando uma pessoa de lá chamou a nossa atenção para o problema com os restos de banana. Há muitos detritos não utilizados e também há falta de lenha, então essa é uma solução para os dois problemas," diz Mike Clifford, da Universidade de Nottingham.

A queima de lenha é a fonte mais comum de energia na África e uma das causas de desmatamento, aumentando o impacto das mudanças climáticas.

Os blocos de banana podem ser uma alternativa mais barata que madeira e são fáceis de fazer. Podem ser uma solução sustentável para milhares de famílias na África.

Fonte:

http://www.bbc.co.uk/portuguese/multimedia/2009/05/090513_banana_video.shtml

31 de mar. de 2009

Produção de Gás - Usina de fraldas descartáveis

Grã-Bretanha lança programa para reciclar fraldas descartáves

Bebê com fralda (arquivo)

Cada bebê usa mais de 3,6 mil fraldas até aprender a ir ao banheiro

Várias cidades britânicas poderão adotar um esquema para reciclar milhares de toneladas de fraldas descartáveis usadas, transformando-as em produtos que vão de telhas a capacetes para ciclistas.

Metano extraído as fraldas é transformado em gás, usado para a geração de energia.

A primeira usina, em Birmigham, deverá entrar em operações em meados de 2010, e estão em discussão planos para outras instalações do tipo nas cidades de Manchester, Liverpool e Londres até 2014.

A usina de Birmigham, que custa o equivalente a US$ 17 milhões, deverá processar 36 mil toneladas de fraldas descartáveis por ano, de acordo com sua operadora, a empresa canadense Knowaste.

As fraldas contém plásticos, fibras, celulose e polímeros absorventes e, de cada tonelada de fraldas reciclada, podem ser extraídos 400 quilos de celulose e 145 metros cúbicos de gás, segundo a Knowaste.

Os bebês usam em média mais de 3,6 mil fraldas até que aprendem a usar o banheiro. Estima-se que um total de 800 mil toneladas de fraldas por ano - usadas por bebês e pessoas com incontinência - acabam em aterros sanitários na Grã-Bretanha.

Nesses locais, as fraldas podem levar até 500 anos para se decompor, segundo a Knowaste.

A empresa ressalta que os produtos criados a partir da reciclagem são seguros de usar. As fraldas que entrarem na usina serão retalhadas e lavadas. A polpa resultante será tratada quimicamente para que sejam desativados o gel absorvente e para a remoção do plástico.

A Knowaste já abriu usinas semelhantes no Canadá e na Holanda.

Fonte: BBCBrasil

22 de jan. de 2009

Tecnologia - Relógio captura CO2 do Ar e Libera O2

O eCO2 é um conceito inspirado no Carbon Dioxide Scrubber, um aparelho que retira gás carbônico da atmosfera e libera oxigênio, desenvolvido por David Keith e um grupo de cientistas.

O Relógio, criado pelos designers James Kershaw e Chad Garn, é um eliminador de carbono pessoal na forma de uma pulseira esportiva. Com objetivo de apagar sua pegada ecológica. O conceito é bem simples, usa energia cinética como fonte de energia limpa.

Sua função principal é capturar gás carbônico de um lado e expelir oxigênio do outro. Talvez se todos usássemos, talvez produzíssemos impacto positivo ao planeta.

O eCO2 é apenas um conceito e não está sendo produzido comercialmente.

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4 de dez. de 2008

Tecnologia: Robot Flor indica economia de energia

Wilting Flower - Flor robô mede desperdício de energia


O designer Carl Smith, recém graduado pela Universidade de Loughborough, em Londres, criou um robô conceitual diferente e interessante: uma flor capaz de mudar de forma de acordo com o consumo de uma rede elétrica. O dispositivo é moldado como uma flor que dá um lembrete visível de quanta energia está sendo usada no momento.

O site Register Hardware, explica que o robô batizado de "Wilting Flower" (flor que seca, na tradução ao português) recebe informação sem fio de um transmissor acoplado à tomada. A flor robótica interpreta a informação de consumo e se adapta de acordo com o consumo, em tempo real.

Se o usuário não estiver com muitos dispositivos ligados, a flor desabrocha e mostra a cor azul em suas pétalas. Quanto mais consumo é identificado, a flor se fecha em outros três estados, sendo que no último a "planta" murcha, como se estivesse seca, acusando o consumo desenfreado.

O dispositivo, que pode elevar a consciência a respeito da economia de energia, não tem planos de fabricação anunciado até o momento.

Fonte: www.ecogeek.org/content/view/2331/79/


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15 de ago. de 2008

Tratamento de esgoto com bambu e plantas - Sewer treatment with bamboo and plants

O engenheiro civil Luciano Zanella desenvolveu um sistema de tratamento de esgoto doméstico que associa a beleza das plantas com o bom desempenho na purificação de efluentes de produtos naturais.

Água tratada naturalmente

Pesquisa dá origem a sistema de tratamento de esgoto doméstico que utiliza plantas ornamentais, pedra brita e bambu

O sistema utiliza espécies ornamentais fixadas em pedra ou bambu colocados sobre uma camada de terra. No recipiente, a água passa pelos espaços entre as pedras (ou anéis de bambu), que, com a ajuda das raízes das plantas, fazem a filtração.

O estudo foi feito como trabalho de doutorado, defendido na Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Segundo Zanella, pesquisador do Laboratório de Instalações Prediais e Saneamento, vinculado ao Centro Tecnológico do Ambiente Construído do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o dispositivo é indicado para o tratamento complementar ao esgoto doméstico, após esse ter passado por uma primeira etapa de purificação para remoção dos resíduos mais pesados.

Em testes realizados na Faculdade de Engenharia Agrícola da Unicamp, o engenheiro utilizou seis tanques de 2 mil litros cada. Os tanques receberam amostras de esgoto que já tinham passado por um primeiro tratamento na faculdade, sendo que em três recipientes foram adicionadas pedras brita nº 1 até a borda e, nos outros três, anéis de bambu.

"A eficiência média de remoção de sólidos em suspensão foi de cerca de 60% para os tanques com brita e de 33% para os tanques com bambu. Os valores médios de matéria orgânica foram de 22 miligramas por litro (mg/l), com 60% de eficiência de remoção, para os tanques de pedra brita, e de 36 mg/l, com 33% de eficiência de remoção, para os construídos com leito de bambu", disse Zanella à Agência FAPESP. O esgoto que saía da estação apresentava valor médio de matéria orgânica de 54 mg/l.

Os resultados médios obtidos para outro parâmetro de qualidade da água, demanda química de oxigênio (DQO), que mede indiretamente a carga de matéria orgânica contida na amostra, foram de 63,9% para os dispositivos com brita e plantas mistas e 55,8% sem o uso de plantas. No caso dos anéis de bambu, os índices foram de 29,7% e 20,4%, respectivamente.

Segundo o pesquisador, o sistema mantém o padrão estético dos jardins, diminuindo os níveis de rejeição da população para os dispositivos de tratamento de efluentes. Podem ser utilizadas diversas espécies de plantas, entre as quais copo-de-leite (Zantedeschia aethiopica), papiro (Cyperus papyrus) e biri (Canna edulis), que colaboram com o tratamento do esgoto ao mesmo tempo em que absorvem nutrientes como fósforo e nitrogênio para crescer com qualidade.

"A planta cresce em cima do esgoto, que serve como uma espécie de adubo natural para as espécies. O sistema lembra o processo de hidroponia acrescido da ação de microrganismos. Outra vantagem é que ele não necessita de nenhum tipo de produto químico ou eletricidade", disse Zanella.

Por ser considerado de baixo custo, o sistema é considerado ideal para pequenas propriedades. A água gerada pode ser utilizada para a irrigação de plantações e as plantas podem servir como uma fonte de renda extra pela exploração comercial das flores e fibras vegetais.

"Em uma população rural, por exemplo, seria possível plantar espécies ornamentais para venda. As fibras do caule do papiro, uma das plantas que melhor se adaptaram ao sistema, também podem ser usadas para artesanato na confecção de produtos como papel ou luminárias", disse.


Fonte: Agência FAPESP

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Translation:

Sewer treatment with bamboo and plants


Civil engineer Luciano Zanella developed a system of treatment of domestic sewer that associates the beauty of the plants with the good acting in the purification of efluentes of natural products.

Water treated naturally

Research creates system of treatment of domestic sewer that uses ornamental plants, stone breaks and bamboo

The system uses ornamental species fastened in stone or bamboo put on an earth layer. In the container, the water goes by the spaces among the stones (or bamboo rings), that, with the help of the roots of the plants, they make the filtration.

The study was made as doctorate work, protected in University of Civil Engineering, Architecture and Urbanization of the State University of Campinas (Unicamp).

According to Zanella, researcher of the Laboratory of Property Facilities and Sanitation, linked to the Technological Center of the Built Atmosphere of the Institute of Technological Researches (IPT), the device is indicated for the complemental treatment to the domestic sewer, after that to have gone by a first purification stage for removal of the heaviest residues.

In tests accomplished at University of Agricultural Engineering of Unicamp, the engineer used six tanks of 2 thousand liters each. The tanks received sewer samples that had already gone by a first treatment in the university, and in three containers stones were added breaks no. 1 until the border and, in the other ones three, bamboo rings.

The medium efficiency of removal of solids in suspension was about 60% for the tanks with it breaks and of 33% for the tanks with bamboo. The medium values of organic matter were of 22 milligrams for liter (mg/l), with 60% of removal efficiency, for the stone tanks it breaks, and of 36 mg/l, with 33% of removal efficiency, for built them with bamboo" bed, Zanella told to the Agência FAPESP. The sewer that left the station presented medium value of organic matter of 54 mg/l.

The medium results obtained for another parameter of quality of the water, it demands chemistry of oxygen (DQO), that it measures the load of organic matter indirectly contained in the sample, they were from 63,9% to the devices with it breaks and mixed plants and 55,8% without the use of plants. In the case of the bamboo rings, the indexes were of 29,7% and 20,4%, respectively.

According to the researcher, the system it maintains the aesthetic pattern of the gardens, decreasing the levels of rejection of the population to the devices of efluentes treatment. Several species of plants can be used, among the ones which calla lily (Zantedeschia aethiopica), papyrus (Cyperus papyrus) and biri (Canna edulis), that you/they collaborate with the treatment of the sewer at the same time in that you/they absorb nutritious as match and nitrogen to grow with quality.

"The plant increases on top of the sewer, that it serves as a type of natural fertilizer for the species. The system reminds the process of added hidroponia of the action of microorganisms. Another advantage is that he doesn't need any type of chemical product or electricity", Zanella said.

For being considered of low cost, the system is considered ideal for small properties. The generated water can be used for the irrigation of plantations and the plants can serve as a source of extra income for the commercial exploration of the flowers and vegetable fibers.

"In a rural population, for instance, it would be possible to plant ornamental species for sale. The fibers of the stem of the papyrus, one of the plants that better they adapted to the system, they can also be used for craft in the making of products as paper or lamps", he/she said.


Source: Agency FAPESP


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23 de jun. de 2008

Uréia é usada para reduzir poluição de caminhões

Alemães usam uréia para reduzir poluição de caminhões

Veículos têm que carregar tanque extra para a uréia

A indústria automobilística européia achou uma solução inusitada para diminuir a poluição nas estradas européias: misturar uréia ao óleo diesel dos caminhões.

Os caminhões que trafegam pela Europa vão ter que obedecer normas mais rígidas de proteção ao meio-ambiente a partir de 2007.

Naquele ano vai entrar em vigor uma nova lei da União Européia que limita ainda mais a emissão de poluentes por parte de caminhões pesados.

A solução encontrada pelas montadoras foi misturar uréia ao combustível dos caminhões. A substância é encontrada na urina humana, mas também pode ser fabricada industrialmente.

Tanque extra

Misturada ao diesel, a uréia libera amoníaco em um catalisador, que neutraliza grande parte do poluente óxido de nitrogênio, expelido pelos caminhões.

Stefan Pischinger, especialista em motores de combustão da Universidade Técnica de Aachen, na Alemanha, afirma que a tecnologia é eficiente.

“O uso de uréia é um método testado e aprovado há muito tempo”, diz Pischinger. “Já é usado, por exemplo, para diminuir a poluição de usinas termoelétricas.”


Segundo ele, o único problema para o uso nos caminhões é que a substância tem que ser carregada em um tanque adicional.

Pischinger prevê que um método parecido poderá ser usado para reduzir a emissão de poluentes de carros.

Experiência

A distribuidora de combustíveis Total foi a primeira a inaugurar na Alemanha dois postos experimentais em que os motoristas de caminhões podem encher seus tanques de uréia – um em Berlim e outo em Stuttgart.

Reiner Schutz, porta-voz da Total na Alemanha, disse à BBC Brasil que os postos ainda não venderam muita uréia, mas que esta fase experimental é importante para testar a venda do aditivo, que precisa de uma bomba extra especial e tem que ser mantida a uma temperatura de treze graus negativos.

A indústria automobilística também se prepara para a mudança.

Em setembro, na feira IAA de caminhões e utilitários em Frankfurt, vários modelos de caminhões com tanque de uréia deverão ser apresentados – a maioria deles com uma autonomia de cerca de 8.000 km.

Hans Thomas Ebner, da Associação da Indústria Automobilística Alemã, disse à BBC Brasil que as montadoras estão certas de que o método vai ser aceito pelas empresas de transporte e pelos motoristas.

“Em pouco tempo, postos com bombas de uréia poderão ser encontrados em toda a Europa”, diz Ebner.

Fonte: BBC Brasil


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28 de fev. de 2008

Máquina para Produzir Biodiesel Caseiro

Máquina para Produzir Biodiesel Caseiro


O FuelPod2 promete ser um processador de biodiesel caseiro plug and play. É só colocar o óleo queimado da batata-frita do almoço em um lado, que do outro vai sair biodiesel puríssimo e ecologicamente correto. Os fabricantes dizem que o combustível resultante é bom o suficiente para fazer funcionar qualquer carro com motor à diesel sem a necessidade de modificações, e com a mesma performance do diesel convencional.

O único desafio será encontrar óleo de cozinha em quantidade suficiente para fazer o combustível, o que não deve ser problema se na sua cidade tem muitos bares e restaurantes. Basta arrumar um recipiente grande (muito grande!) para coletar o óleo.

Custa £ 2.056 - R$ 6.810


Fonte: www.greenfuels.co.uk


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